Confira - Com o autor
Como se tornar um milionário
A marca Wizard impõe respeito no segmento de franquias de
ensino de idiomas, afinal, hoje ela reúne 1,2 mil unidades espalhadas por todo
o País e, segundo seu idealizador, Carlos Wizard, a bandeira já permitiu que
mais de 100 pessoas se tornassem milionárias, nesses últimos cinco anos
A intenção do empreendedor ao criar a rede, em 1987,
não era somente garantir que seus alunos se tornassem bilíngües, mas abrir para
cada um deles uma porta de oportunidades, assim como aconteceu com ele.
Os detalhes de sua história agora estão no livro
Desperte o Milionário que há em você, de autoria do próprio Carlos Wizard.
Acompanhe a seguir a entrevista concedida pelo autor à Meu Próprio Negócio
e conheça um pouco sobre sua trajetória vencedora.
Meu Próprio Negócio - De onde surgiu a
ideia de escrever um livro que contasse a história da Wizard?
Carlos Wizard - A Wizard surgiu de um sonho pessoal de
ser empreendedor, dentro de minha própria casa, e hoje é a maior rede de
escolas de idiomas do mundo. Quero mostrar que todo mundo pode ter um sonho
realizado, como eu tive, desde que acredite em suas próprias capacidades e
também siga algumas dicas importantes para o sucesso. Trabalhei neste livro por
três anos e o momento não poderia ser mais convidativo para seu lançamento. Todos
os dias no País surgem pelo menos 29 novos milionários.
MPN - No livro, você menciona “as sete chaves
da prosperidade” como sendo os fatores que o ajudaram a transformar uma
atividade amadora em um empreendimento multimilionário. O que exatamente são
essas chaves e no que isso te ajudou a vencer?
CW - As sete chaves da prosperidade são
atitudes e hábitos de vida focados para se obter o sucesso. Começa com o
simples hábito de pensar grande e positivamente. Há pessoas que acham que
porque vieram de uma família humilde jamais conseguirão superar a barreira
imposta pela classe social e prosperar, esse é um pensamento típico que impede
muitos de dar o primeiro passo.
MPN - Quais foram os principais obstáculos
que teve de enfrentar para tornar a Wizard uma das maiores escolas de idiomas
do Brasil e como foram superadas?
CW - No início do negócio, tive que
enfrentar meus próprios medos e dificuldades, porque é claro que todo mundo que
começa algo novo se pergunta: Será que vai dar certo? Tudo isso em um momento
de grande instabilidade econômica como o vivido pelo Brasil na década de 1980. O
pensamento positivo, o apoio da família, o apego a Deus e, é claro, muito
trabalho, foram fundamentais para que a Wizard chegasse onde chegou.
MPN - A ideia de abrir a empresa surgiu
quando você começou a dar aula de inglês para alguns alunos em casa. Conte o
início da história do empreendimento.
CW - Eu tinha formação em faculdade americana
em ciências da computação. Voltei para Campinas em 1987, como empregado de uma
empresa de papel e celulose Norte-Americana. Não demorou para os colegas
requisitarem aulas particulares de inglês depois do expediente. Quando percebi
que a receita tirada com algumas aulas semanais era maior que o meu salário,
decidi, com a minha esposa, criar uma escola de idiomas. No mesmo ano de
abertura da primeira Wizard, apostamos no sistema de franchising, modelo que,
na época, ainda estava no começo. Foi fundamental para a nossa expansão.
MPN – Você investiu no seu aprimoramento pessoal para ser a pessoa a frente de um grande negócio?
MPN – Você investiu no seu aprimoramento pessoal para ser a pessoa a frente de um grande negócio?
CW - Com certeza. Tive a oportunidade de
estudar em uma das grandes universidades norte-americanas, a Brigham Young University,
que fica no estado de Utah. Além de me preparar para ser um empreendedor, a
instituição tem um grande centro de ensino de línguas, onde tive a oportunidade
de lecionar e me aprimorar no inglês. Esse período foi essencial para o que
viria no futuro.
MPN – Na obra você afirma que o
autoconhecimento é fundamental para ser um grande empreendedor. Explique.
CW - Mais cedo ou mais tarde, você precisará
definir exatamente o que deseja alcançar na busca da prosperidade e chega
a hora de se perguntar: Qual é meu sonho? O que eu realmente
desejo fazer da vida? Qual é o legado que quero deixar para o mundo? Enquanto
você não parar e responder a essas perguntas de forma muito clara, sincera e
honesta, jamais atingirá um destino satisfatório.
MPN – Na sua opinião quais as competências e
iniciativas mais importantes para um empreendedor vencer hoje à frente de uma
escola de idiomas?
CW - Para ter sucesso nesse ramo é preciso,
em primeiro lugar, amar a educação. Além disso, o empreendedor deve ter bons
conhecimentos de administração, investir em uma boa equipe de profissionais e
ser comercialmente ativo em sua área de atuação. Ações de marketing locais e
iniciativas criativas são essenciais para atrair o aluno para dentro da escola,
e também para retê-lo.
Box
Desperte o Milionário
que há em você
(com imagem da capa)
Editora: Gente
Preço: R$ 24,90
Autor: Carlos Wizard Martins
Revista Meu Próprio Negócio - Edição 113 - Pág. 16
Julho / 2012
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Negócios na copa
Uns ensinam, outros aprendem, todos lucram
A expectativa de o Brasil receber cerca de 600 mil turistas
por conta da Copa multiplica as chances de crescimento tanto de quem investe no
ensino de idiomas quanto de quem aprende um novo
Por Thaís Pepe Paes
Com a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014, falar um segundo
idioma deixou de ser um diferencial para tornar-se uma necessidade. O interesse
do brasileiro por dominar uma segunda língua, especialmente o inglês, só cresce
– também amparado pelo maior poder aquisitivo da classe C. Com isso, investir
no ensino de um idioma nunca foi tão promissor.
No segmento de franquia, segundo
dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF),
somente em 2011, a área de educação faturou R$ 5,9 bilhões, sendo R$ 3,1
bilhões do montante provenientes de escolas de idiomas, quer dizer: 54% do
faturamento de todo o setor educacional.
A expectativa de expansão da rede de franquias UNS Idiomas exemplifica a
tendência de crescimento da área. Atualmente, com 60 unidades, a marca estima atingir
100 até o final de 2012 e dobrar esse número até 2014. Para isso, a estratégia
é focar nas cidades que sediarão os jogos e em cursos especialmente criados
para suprir a necessidade de conhecimento do idioma de quem espera prestar
serviço aos turistas estrangeiros.
Segundo o presidente e fundador da UNS Idiomas, Marcel Magalhães, “a
meta é abrir pelo menos uma unidade da UNS em cada uma das cidades que abrigarão
os jogos do mundial e, assim, atender as demandas que virão para fazer frente à
avalanche de turistas circulando pelas regiões”.
Por isso, o planejamento de expansão da rede segue os anúncios das
cidades-sede da Copa 2014. Salvador e Manaus estão na rota de expansão da UNS,
que se prepara para abrir pelo menos dez novas unidades até 2013 somente na
região do Nordeste, investida que exigirá um aporte de R$ 1,8 milhão. Na região
Norte, a bandeira espera somar as seis escolas já em operação mais quatro novas
unidades até 2013.
Para atender a demanda
fomentada pelos os jogos, a bandeira tem investido em cursos específicos para
diferentes tipos de profissionais que terão contato com os turistas. “Temos
cursos especialmente desenvolvidos para quem atua na área de serviços, com
vocabulário específico para as diferentes regiões e atividades. Desenvolvemos
material didático, sob medida, para quem dirige um taxi, ou trabalha como
camareira, é atendente de hotel ou recepcionista, entre outros funções”,
detalha Magalhães.
O empresário informa que
para investir na rede não é necessário ter experiência prévia no ramo, basta
ser uma pessoa com forte espírito empreendedor, disposto a transformar seu
negócio em um empreendimento de sucesso. O investimento inicial é a partir de
R$ 90 mil, incluindo taxa de franquia e capital de giro, e o faturamento médio
mensal de uma unidade da rede é de R$ 50 mil.
Capacite sua
equipe
Se você já tem um negócio na área de prestação de serviços ou comércio,
vale considerar investir na capacitação de sua equipe para atender os cerca de 600
mil turistas estrangeiros que o governo federal espera receber no País durante
os meses do evento, divididos entre as 12 cidades que sediarão os jogos. Para
atender bem esse contingente de consumidores, a primeira medida é investir em
estar apto para se comunicar com eles.
É o que já está fazendo Getúlio Kendi, proprietário do restaurante
japonês São Paulo - Tokyo, em São Paulo, inaugurado há dois anos. Segundo o
empresário o negócio já tem registrado um aumento de estrangeiros entre seus
clientes. Certo de que esse número deve crescer nos próximos anos, Kendi
decidiu oferecer um curso de inglês para toda a equipe – garçons,
recepcionistas e até chefes de cozinha.
Os 12 funcionários do São Paulo - Tokyo agora têm aulas de inglês de
duas horas, duas vezes por semana, sendo que o programa do curso foi montado
para privilegiar as necessidades de quem trabalha em um restaurante. Kendi
conta que inclusive um dos professores já trabalhou como garçom no exterior.
Segundo o empresário, além de preparar a equipe para atender a crescente
demanda que virá de turistas do exterior, a iniciativa também funciona como um
incentivo e um benefício ao funcionário, motivando a equipe a trabalhar ainda
mais a favor do negócio.
As aulas, voltadas especificamente para o atendimento de restaurantes,
ensina a equipe também gírias e expressões e a forma como os estrangeiros
costumam abordar os garçons e fazer seus pedidos.
Kendi detalha que no curso a equipe aprende a explicar os pratos e
bebidas do cardápio e a valorizar os produtos típicos do Brasil, a exemplo da
cachaça. “Os nossos garçons aprendem, por exemplo, a vender esse produto,
explicando sua origem e feitio”.
O curso teve início em fevereiro deste ano e o empresário já identifica
melhorias no atendimento. “Se houve situações no sushibar em que o cliente foi
obrigado a apontar e gesticular para fazer seu pedido, isso não acontece mais. Com
isso, hotéis da região passaram a nos indicar para seus hóspedes estrangeiros”,
conta Kendi, ciente de que cliente bem atendido volta e ainda indica o estabelecimento.
Para o empresário a presença de estrangeiros no País será recorrente e não só
por conta dos jogos internacionais. “O Brasil cada vez mais tem chamado a
atenção dos estrangeiros”, acredita.
Para Kendi, o valor investido na inciativa é irrisório diante dos
benefícios para o estabelecimento, seja no que tange ao atendimento ou a
motivação da equipe. “Com a iniciativa os colaboradores andam mais satisfeitos
e, consequentemente, trabalham mais e melhor”, conclui.
Colaboraram
Restaurante
SãoPaulo - Tokyo www.saopaulotokyo.com.br
(11) 5081-6444
UNS Idiomas www.unsidiomas.com.br CNA www.cna.com.br (11)
3053-3811 faleconosco@cna.com.br Wizard www.wizard.com.br
BOX:
Mais opções de
cursos
De olho a Copa de 2014 a escola de inglês e espanhol CNA oferece o curso
de inglês CNA Fast, voltado para profissionais que precisam aprender ou
aprimorar a língua inglesa em pouco tempo. Uma de suas principais vantagens é que
as aulas são mais longas e o período de férias é menor, atendendo as
necessidades de quem tem pressa em aprender.
Segundo Marcelo Barros, diretor de educação do CNA, o curso tem como
foco preparar os alunos para o mercado de trabalho. “Não é exatamente um curso
de business english, mas é voltado tanto
para o público adulto que tem interesse em ingressar no mercado de trabalho quanto
para quem já está no mercado, mas quer crescer na sua área e conseguir melhores
oportunidades de emprego”, explica.
A duração do curso é de apenas 15 meses, divididos em duas aulas semanais
com duração de 90 minutos. Além das aulas presenciais, os alunos matriculados
no CNA Fast ainda contam com aulas virtuais feitas pelo portal do aluno
CNA Net. Por meio de uma chave de acesso, o aluno cria uma senha e, com ela,
tem acesso à atividades e exercícios on-line solicitados pelo professor. A intenção
é permitir que o aluno tenha contato com o idioma mesmo fora da sala de aula.
Segundo Barros, o CNA Fast é voltado para conversação, focando situações
cotidianas do ambiente profissional e tem como objetivo ajudar os estudantes
com pouquíssimo ou nenhum conhecimento do idioma a se comunicar com
desenvoltura.
Barros afirma que depois de completar os 15 meses, o aluno poderá
considerar seu inglês intermediário e já conseguirá, por exemplo, se expressar
de forma eficaz, ler e até escrever textos.
Já o curso de inglês CNA Hello é focado em pessoas que trabalham
com turismo receptivo. “O CNA Hello foi desenvolvido especialmente para
quem tem contato direto com turistas, como, por exemplo, taxistas,
recepcionistas, policiais, entre outros, que precisam estar preparados para
atender os estrangeiros da melhor forma possível, e saber se comunicar em inglês
é a base para um atendimento de qualidade”, afirma Barros.
O curso tem duração de apenas um semestre com 40 horas de aulas
presenciais, além das atividades on-line,
e inclui o ensino de expressões e frases básicas para se comunicarem. “Por
exemplo, um taxista, tem que saber perguntar para onde o passageiro deseja ir,
tem que saber dizer o valor da corrida, o troco, essas coisas. É esse tipo de
aprendizado que o aluno vai obter com o curso”, completa Barros.
O curso CNA Fast pode ser adquirido em todas as unidades do CNA a
partir de R$ 249 com material didático incluso. O CNA Hello custa a partir de R$ 149 e também oferece
material didático incluso. Os dois cursos podem ser feitos em turmas comuns ou em
turmas fechadas para equipes de no mínimo seis pessoas, realizados nas próprias
unidades da CNA ou na empresa contratante.
Alternativas
não faltam
Com 25 anos de experiência no mercado a escola de idiomas Wizard é outra
que oferece cursos focados a empresários e funcionários. A Wizard oferece duas
modalidades de cursos, o Class e o Flex. No Class as aulas são realizadas em
horários pré-determinados com carga horária definida, onde o aluno escolhe entre
os horários oferecidos de acordo com sua disponibilidade. Já na modalidade Flex
as aulas tem horários flexíveis e seguem o ritmo dos alunos e o desenvolvimento
da sala.
Os chamados cursos Executive tem como público-alvo profissionais com
necessidades específicas e cuja disponibilidade de tempo é escassa. Segundo
Marcia Gherardi, diretora pedagógica do Grupo Multi (empresa detentora de
várias macas, dentre elas, a Wizard), “o principal diferencial desses cursos é
que nele o aluno não aprende somente o idioma inglês, mas, sim, entende como funciona
o mundo dos negócios e aprende conceitos de liderança, inovação e
assertividade”.
Além das aulas presenciais, os alunos têm suporte virtual por meio de um
site que disponibiliza uma série de atividades para reforçar o aprendizado
obtido na sala de aula. Além do fato de que existem professores on-line para esclarecerem as dúvidas dos
alunos e os ajudarem em suas dificuldades.
Esses cursos podem ser realizados tanto em turmas comuns como também com
grupos fechados, e podem ser ministrados na própria empresa, os chamados in company.
O curso Brasil 2014 tem duração de 20 horas e é especialmente
voltado para pessoas que lidam diariamente com estrangeiros como recepcionistas,
garçons e etc. O principal diferencial desse curso é que ele acompanha um
material chamado Guia 2014, que contém 2014 frases e expressões frequentemente
usadas no atendimento a turistas com tradução para o português. Além disso, o
curso oferece uma caneta digital chamada “Wizpen” que, quando é passada em cima
das frases do Guia, lê a as palavras apresentado ao aluno as pronúncias
corretas.
“Aquela ideia de que são necessários cinco anos para se aprender a falar
alguma coisa de inglês não existe mais. Hoje, com poucos meses é possível
desenvolver o idioma, se comunicar de forma eficaz e ter condições de interagir
com estrangeiros e atendê-los”, afirma Marcia.
Revista Meu Próprio Negócio - Edição 113 - Pág. 26
Julho / 2012
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